HERANÇA
Da avó materna:
uma toalha (de batismo).
Do pai:
um martelo
um alicate
uma torquês
duas flautas.
Da mãe:
um pilão
um caldeirão
um lenço.
Orides Fontela
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domingo, 24 de outubro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Email recebido sobre o roubo de ovos de tartarugas pelo MST.
VEJAM O QUE ACONTECE NA MARGEM ESQUERDA DO RIO SOLIMÕES A BEIRA DE UM ASSENTAMENTO DO MST.
ESTA DEVE SER A IDEIA DE PRODUTIVIDADE DO "MOVIMENTO."
AS TARTARUGAS PRODUZEM, ELES ROUBAM E VENDEM OS OVOS.
MAIS UM POUCO, ADEUS TARTARUGAS!
ESTA DEVE SER A IDEIA DE PRODUTIVIDADE DO "MOVIMENTO."
AS TARTARUGAS PRODUZEM, ELES ROUBAM E VENDEM OS OVOS.
MAIS UM POUCO, ADEUS TARTARUGAS!
ROUBAM OS OVOS DAS TARTARUGAS, PARA VENDER.
POR FAVOR
REPASSEM ESTA MENSAGEM SEM MODERAÇÃO, O PLANETA AGRADECE.
Fiquei chocado com as imagens, como pode alguém cometer um crime desse contra as indefesas tartarugas. Porém, como todo email sensacionalista que recebo, principalmente em ano eleitoral, fui atrás da verdade.
Primeiro desconfiei das imagens, Rio Solimões com ondas? Maresia? Só pode ser mentira!
Mas infelizmente isso é verdade, só que acontece na COSTA RICA, em uma praia chamada OSTIONAL.
Eis o que encontrei.
Entre os meses de setembro e novembro, aproximadamente 100 mil tartarugas-fêmeas avançam cerca de 50 metros pela praia, fazem um ninho e depositam uma média de cem ovos cada uma, isto significa a postura de 10 milhões de ovos num único dia!
Como pode ser observado nas imagens, a praia de Ostional é muito estreita. O que acontece é que as tartarugas ao deixarem seus ninhos e voltarem para o mar, outras virão e ao cavarem um novo ninho, acabarão destruindo os que já existem, estes por sua vez serão contaminados pelas bactérias dos que apodrecerão. Por conta disso foi feito um projeto onde a população local ajuda no recolhimento desses ovos antes que fossem destruídos e ainda ganham dinheiro.
Porém, embora proibido e principalmente a falta de fiscalização, muitos desses ovos servirão de alimentação para a população pobre ou serão vendidos para restaurantes que atendem turistas.
Porém, embora proibido e principalmente a falta de fiscalização, muitos desses ovos servirão de alimentação para a população pobre ou serão vendidos para restaurantes que atendem turistas.
Independentemente de ser na Costa Rica ou vizinho a um assentamento do MST no Brasil, aprendemos que o resultado desse crime ambiental futuramente afetará todo o planeta terra.
Fontes de consultas acessadas em 04/09/2010
http://ostionalcr.tripod.com/info/pdf/ostional.pdf
http://ostionalcr.tripod.com/espanol/index.html
http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/425/artigo72584-1.htm
Fontes de consultas acessadas em 04/09/2010
http://ostionalcr.tripod.com/info/pdf/ostional.pdf
http://ostionalcr.tripod.com/espanol/index.html
http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/425/artigo72584-1.htm
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
EMENTA DA DISCIPLINA DE SEGURANÇA DO MEIO AMBIENTE - 45 h/a
Noções fundamentais de ecologia. A crise ambiental. A produção humana de energia como processo na biosfera. A poluição ambiental. O desenvolvimento sustentável. Sistema de gestão ambiental (SGA). Meio ambiente-legislação. Recursos florestais. Poluição.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
NOÇÕES FUNDAMENTAIS DE ECOLOGIA
Identificar dentre os níveis biológicos de organização, os fundamentais para ecologia.
A dinâmica das populações;
Comunidades;
Ecossistemas;
Biosfera.
A CRISE AMBIENTAL
Analisar a relação entre os principais componentes da crise ambiental
População;
Recursos naturais;
Poluição.
A ENERGIA E O MEIO AMBIENTE
Caracterizar as fontes de energia presentes no meio ambiente
Fontes de energia;
Histórico da crise energética;
A eficiência do aproveitamento energético;
Perspectivas futuras.
A POLUIÇÃO AMBIENTAL
Analisar a poluição da água, do solo e do ar, identificando as medidas de controle existentes, a partir de suas respectivas características.
- O meio aquático;
- O meio terrestre;
- O meio atmosférico
- Preocupações ambientais: as questões globais do meio ambiente, o Brasil e os temas Ambientais.
O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.
Explicitar a fundamentação básica do desenvolvimento sustentável, conhecendo os conceitos e diretrizes do sistema de gestão ambiental (SGA) de acordo com ISSO 14000.
- Aspectos básicos;
- Aspectos legais e institucionais;
- Desenvolvimento econômico ambientalmente sustentável;
- Conceituação e Diretrizes do SGA.
MEIO AMBIENTE-LEGISLAÇÃO.
Legislação
RECURSOS FLORESTAIS.
Quais são as Formas de vegetação consideradas de preservação permanente?
De que forma, em cada uma delas, se pode utilizar os recursos naturais existentes de acordo com as Normas Legais em vigor?
Antes de se realizar queimadas quais procedimentos legais a serem adotados?
Quais os cuidados que se deve ter no campo a ser queimado para que o fogo não se expanda além do local pretendido?
POLUIÇÃO.
Poluição Atmosférica;
Poluição Hídrica;
Poluição Sonora e Visual;
Poluição Atômica;
Poluição Terrestre.
DAS ATRIBUIÇÕES E COMPETENCIAS DAS AUTORIDADES JUDICIAIS, POLICIAIS E MINISTERIAIS.
Juiz;
Ministério Público;
Autoridade Policial;
Da Legislação Ambiental;
Órgãos Envolvidos.
Bibliografia Básica
- ANDRADE, Rui Otávio Bernardes; TACHIZAWA, Takeshy; DE CARVALHO, Ana Barreiros. Gestão Ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. 2ª ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2002.
- ANDRADE, Rui Otávio Bernardes; TACHIZAWA, Takeshy; DE CARVALHO, Ana Barreiros. Gestão ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. 2. Ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2002.
- BRAGA, Benedito et al. Introdução a engenharia ambiental. 2 ed. São Paulo: Prentice-Hall, 2005.
- BRASIL. Ministério do meio ambiente. Educação ambiental: curso básico á distancia: questões ambientais: conceitos, história, problema e alternativas. Brasilia, 2001.
- DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. 2. Ed São Paulo: Atlas, 1999.
- MOTA, Suetônio. Introdução a engenharia ambiental. 2. Ed. Amp. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental, 2000.
- ANTUNES, Paulo de Bessa. Curso de Direito Ambiental. Rio de Janeiro, Ed. Renovar, 1990.
- BRASIL, Constituição da Republica Federativa do Brasil: promulgada em 05 de outubro de 1988. São Paulo: Fisco e contribuinte, 1988. 135 p.
- CORDEIRO, Antônio José e outros. Guia prático de direito ambiental. Rio de Janeiro, Forense, 1992.
Bibliografia complementar
- BRANCO, Samuel Murgel. Elementos de ciências do ambiente. Colaboradores de Aristides Almeida Rocha. 2 ed. São Paulo: Companhia de Tecnologia de Saneamentos Ambiental, 1987.
- FREITAS, Vladimir Passos. Direito Administrativo e Meio Ambiente. Curitiba, Jurá Editora, 1993
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
A ignorância do Futuro
RELATÓRIO SOBRE O VÍDEO INVENÇÃO DO CONTEMPORÂNEO
Essa ignorância se faz presente quando algumas nações dão pouca atenção ao protocolo de Kyoto. As mudanças climáticas não são mais simples diagnósticos, elas já estão acontecendo em nossa volta. A temperatura da terra já subiu 0,8°C por conta desse descaso, se a emissão de gases continuarem subindo neste ritmo, ainda neste século irá subir entre 1,5°C a 5,8°C, o nível dos oceanos subirá 8cm a 88cm atingindo cerca de 40% da população costeira e ainda algumas ilhas desaparecerão.
O vídeo apresentado se baseia em dados mundiais, principalmente dados econômicos relativos a uma década apenas. Vejamos alguns.
• 691 bilhões de dólares de prejuízos;
• 2,5 bilhões de pessoas foram atingidas;
• 673 mil mortes em todo o mundo;
• 50% de aumento das velocidades dos ventos nos furacões;
• Aumento da incidência de furacões;
• 30 mil mortos por calor;
• 200 trilhões de dólares, essa é a estimativa de prejuízos com desastres naturais até 2050, isso representa hoje cerca de 6 vezes o Produto Bruto Mundial;
• Em 2004 é registrado pela primeira vez um furacão no Brasil.
Precisamos lutar para que o termo Desenvolvimento Sustentável não vire só mais um modismo, podemos crescer, mas não necessariamente em grandes velocidades, haja vista que o mundo já consome 20% além da sua capacidade de reposição da biosfera.
A conseqüência disto é a desertificação, perda de florestas, escassez de água, falta de saneamento básico, mais de 800 milhões de pessoas passam fome no mundo, quase metade do mundo vive abaixo da linha da pobreza. Se toda essa gente se alimentasse como merecem e deveriam seria necessários outros 4 planetas.
Há uma preocupação com os países industrializados que não estão conseguindo atingir suas metas, fora os países que não assinaram o protocolo de Kyoto, sem contar que ainda não existe um acordo para depois de 2012.
O Brasil contribui negativamente com mais ou menos 1 bilhão de toneladas de dióxido de carbono por ano e por ser considerado baixo não tem compromisso de redução de emissões. A sua matriz energética é razoavelmente limpa e a indústria participa com 25% de emissões de carbono por ano, o desmatamento e as queimadas com 3/4, o arroto e a flatulência dos gados representam 1/3, cada boi produz cerca de 50 kg de metano por ano.
Os EUA apostam em esconder o lixo embaixo do tapete, para isso seria só canalizar toda a poluição para o fundo do mar, ocupando os espaços vazios deixados pela exploração de petróleo, e as futuras gerações cuidariam disso provavelmente com o uso de tecnologias avançadas.
Hoje o Brasil não possui uma estratégia definida e viável para o seu problema, se for assumir terá que colocar a sustentabilidade no inicio e no centro das decisões, avaliando o custo e decidindo quem vai arcar com os custos. Precisa também rever o modelo exportador, hoje o Brasil exporta matéria prima, porém não tem controle sobre seus valores, do mesmo modo importa produtos e também não tem controle sobre seus valores. O resultado disso é que não temos nenhum setor competitivo tipo exportação, os motivos são falta de tecnologias, falta de competitividades, e para compensar isso sobrecarregamos os recursos naturais, sem compensação financeira e reduzimos a mão de obra, o que acarreta a desqualificação tecnológica.
Protocolo de Kyoto
RELATÓRIO SOBRE O VÍDEO INVENÇÃO DO CONTEMPORÂNEO
Neste vídeo é exibido uma palestra da geógrafa Branca Bastos Americano e do economista e professor americano Warwick McKibbin.
Fica evidente a diferença de pensamentos entre ambos, propositadamente foram colocados de um lado a geógrafa pensando no planeta sustentável e explicando o que é o Protocolo de Kyoto e qual a importância nas discussões sobre o controle das emissões dos gases que provocam o efeito estufa e o economista americano Warwick McKibbin, que não poderia ser diferente, faz duras críticas ao protocolo e acredita que haverá grandes perdas no Produto Interno Bruto dos países se as decisões de Kyoto forem seguidas à risca. Por isso os EUA não quiseram assinar, o que inviabilizará o projeto. Propõe ainda adaptações ao protocolo de Kyoto baseados em estudos da chamada "Alternativa McKibbin-Wilcoxen" onde destaca incentivar o uso de novas tecnologias, gerenciar as demandas de energia e criar mercados locais em substituição ao mercado globalizado que temos atualmente.
Segundo os protagonistas do vídeo, já na década de 50 havia uma preocupação com as emissões de CO2, porém apenas com os especialistas da área e foi a partir da década de 70 que os cientistas em geral passaram a discutir com mais ênfase o assunto e a externar suas conclusões.
Como o protocolo de Kyoto discerne sobre o aquecimento global, ele é um grande avanço para o meio ambiente, pois serviu para que as nações começassem a pensar no assunto e a tomar atitudes positivas pensando no futuro do planeta. Ele lança sugestões para reduzir o aquecimento global através da mobilização do mundo, mudanças de padrões, a estabilização do aumento do CO2, entre outras mais. O tempo para pôr em prática um projeto desses é muito demorado, por exemplo, o protocolo de Kyoto foi assinado em 1997, mas só em 2005 entrou em operacionalidade. Sem esquecer que a convenção sobre o clima foi assinado em 1992. Já nesta convenção foram discutidos os princípios das responsabilidades comuns e as diferenciadas o qual o mundo é dividido em dois grupos; os países do anexo 1, leia-se industrializados e os países não anexos 1, os em desenvolvimentos. Foram estabelecidas metas para a redução de CO2 em 5,2% para os países do anexo 1 entre 2008 e 2012 e que se essa redução não for possível no país poluidor, essa redução poderá ser feita em qualquer país, desde que financiada pelo país poluidor.
Os países do não-anexo 1, embora não tenham contribuídos tanto para essa poluição, também terão suas responsabilidades, como o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), que são projetos que ajudarão esses países a atingir um desenvolvimento sustentável onde cada país definirá esses projetos. Também teremos dois tipos de projetos, os projetos normais e os projetos de pequena escala, neste embora quantitativamente não vá mudar o mundo, em escala local será muito útil para a população de baixa renda, por isso dispensará muitos critérios burocráticos. Enquanto naquele, por atingir todo o mundo deverá ser criteriosamente avaliado e discutido.
No MDL os projetos que reduzir as emissões poluentes geram Reduções Certificadas de Carbono (RCE), popularmente chamada de crédito de Carbono. Esses créditos poderão ser comprados pelos países desenvolvidos que não atingiram suas metas.
Quanto as metas e punições ainda há pouco o que se fazer , já que esses critérios emperra as discussões, no papel existe a questão de se caso a meta não seja cumprida neste período, no próximo haveria um acréscimo de 30%, porém corre-se o risco dessa dívida ser sempre postergada. Por isso, uma das saídas poderá ser a pressão, principalmente ligada ao consumo.
Já o economista America Warwick McKibbin, como não poderia ser diferente, fala sobre o erro de se tentar prever o futuro em 100 anos. Cita por exemplo os parâmetros para essa projeção, como a estrutura da economia, mudanças tecnológicas, mudanças econômicas e mudanças na educação. Faz críticas a convergência desses dados a partir de 2020, alega que os EUA perderão 0,5% do seu PIB, alega que o problema ainda é pequeno e, portanto sairá muito caro e que deixando o problema aumentar bastante, certamente sairá mais barato combater, além de não saber quanto custará realmente esse protocolo.
Ele cita em cima do próprio protocolo as suas soluções adaptadas.
• Sistemas abrangentes
• Sistema que possa ser implementado
• Sistema considerando a equidade
• Sistema eficiente
• Sistema flexível
• Sistema de baixo custo
• Só um ente se apropria do direito do carbono
Cita também as Alternativas da McKibbin-Wilcoxen
• Um sistema que começa nos países causadores
• Sistema que não se baseia em ameaças e sanções
• Metas econômicas de longo prazo para o carbono
• Custo de curto prazo vinculado a benefício ambiental
• Criação de mercados de curto e longo prazo.
Deixa claro que o protocolo não funcionou porque os EUA não estão inseridos e que os países em desenvolvimento devem adotar mecanismo de preservação.
Consequências do Aquecimento global
RELATÓRIO SOBRE O VÍDEO INVENÇÃO DO CONTEMPORÂNEO
Segundo o vídeo “Invenção do Contemporâneo” que nos foi apresentado em sala de aula, foi após a Segunda Grande Guerra Mundial que houve um grande aumento de emissão de gases poluentes na atmosfera. Historicamente este fato serviu para o desenvolvimento industrial de forma rápida e contínua, e com a participação ativa humana.
Segundo o vídeo “Invenção do Contemporâneo” que nos foi apresentado em sala de aula, foi após a Segunda Grande Guerra Mundial que houve um grande aumento de emissão de gases poluentes na atmosfera. Historicamente este fato serviu para o desenvolvimento industrial de forma rápida e contínua, e com a participação ativa humana.
Foi relatado que o efeito estufa é necessário, porém em proporções menores e, portanto administráveis. Mesmo que não houvesse tanta poluição a temperatura média ambiental continuaria aumentando em 1.5° em 30 anos.
Foi-nos passado nos exemplos de extremos climáticos, que é o vapor d’água que transporta as radiações da superfície terrestre para a atmosfera. Também que é a temperatura d’água oceânica associada com os ventos que formam furacões, como o recente Furacão Catarina. As mudanças climáticas abruptas são os grandes vilões, fazendo com que o oceano suba 2 mm por ano, por exemplo se a Groelândia com o aquecimento global derreter por completa o oceano subiria 6m, se somado com o continente Antártico, subiria 7m, atingindo 40 milhões de pessoas diretamente.
Um dos setores econômico que mais se preocupa com as mudanças climáticas e o Setor de Seguros e que o desmatamento representa 75% da agressão ambiental
O Brasil por ser subdesenvolvido, pelo seu tamanho e pela distribuição da população em áreas de risco, está vulnerável em relação a; saúde humana, enchentes urbanas, desmatamentos e secas, fazendo com que a aptidão agrícola mude conforme o tempo e não às necessidades humanas.
Quanto às ações nos países desenvolvidos, a solução paliativa é custeada a grande soma de dinheiro, enquanto nos países subdesenvolvidos, a realidade é outra, justamente pela falta de dinheiro. Mas estabelecendo políticas para a vulnerabilidade, planejamento estratégico, redução da emissão de gases e redução do desmatamento, poderemos fazer muito mais pelo nosso planeta terra.
sábado, 21 de agosto de 2010
Música "Saga da Amazônia"
Composição: Vital Farias
Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta
mata verde, céu azul, a mais imensa floresta
no fundo d'água as Iaras, caboclo lendas e mágoas
e os rios puxando as águas
Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores
os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores
sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir
era: fauna, flora, frutos e flores
Toda mata tem caipora para a mata vigiar
veio caipora de fora para a mata definhar
e trouxe dragão-de-ferro, prá comer muita madeira
e trouxe em estilo gigante, prá acabar com a capoeira
Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar
prá o dragão cortar madeira e toda mata derrubar:
se a floresta meu amigo, tivesse pé prá andar
eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá
O que se corta em segundos gasta tempo prá vingar
e o fruto que dá no cacho prá gente se alimentar?
depois tem o passarinho, tem o ninho, tem o ar
igarapé, rio abaixo, tem riacho e esse rio que é um mar
Mas o dragão continua a floresta devorar
e quem habita essa mata, prá onde vai se mudar???
corre índio, seringueiro, preguiça, tamanduá
tartaruga: pé ligeiro, corre-corre tribo dos Kamaiura
No lugar que havia mata, hoje há perseguição
grileiro mata posseiro só prá lhe roubar seu chão
castanheiro, seringueiro já viraram até peão
afora os que já morreram como ave-de-arribação
Zé de Nata tá de prova, naquele lugar tem cova
gente enterrada no chão:
Pos mataram índio que matou grileiro que matou posseiro
disse um castanheiro para um seringueiro que um estrangeiro
roubou seu lugar
Foi então que um violeiro chegando na região
ficou tão penalizado que escreveu essa canção
e talvez, desesperado com tanta devastação
pegou a primeira estrada, sem rumo, sem direção
com os olhos cheios de água, sumiu levando essa mágoa
dentro do seu coração
Aqui termina essa história para gente de valor
prá gente que tem memória, muita crença, muito amor
prá defender o que ainda resta, sem rodeio, sem aresta
era uma vez uma floresta na Linha do Equador...
http://letras.terra.com.br/vital-farias/380162/ acessado em 20/08/2010
Era uma vez na Amazônia a mais bonita floresta
mata verde, céu azul, a mais imensa floresta
no fundo d'água as Iaras, caboclo lendas e mágoas
e os rios puxando as águas
Papagaios, periquitos, cuidavam de suas cores
os peixes singrando os rios, curumins cheios de amores
sorria o jurupari, uirapuru, seu porvir
era: fauna, flora, frutos e flores
Toda mata tem caipora para a mata vigiar
veio caipora de fora para a mata definhar
e trouxe dragão-de-ferro, prá comer muita madeira
e trouxe em estilo gigante, prá acabar com a capoeira
Fizeram logo o projeto sem ninguém testemunhar
prá o dragão cortar madeira e toda mata derrubar:
se a floresta meu amigo, tivesse pé prá andar
eu garanto, meu amigo, com o perigo não tinha ficado lá
O que se corta em segundos gasta tempo prá vingar
e o fruto que dá no cacho prá gente se alimentar?
depois tem o passarinho, tem o ninho, tem o ar
igarapé, rio abaixo, tem riacho e esse rio que é um mar
Mas o dragão continua a floresta devorar
e quem habita essa mata, prá onde vai se mudar???
corre índio, seringueiro, preguiça, tamanduá
tartaruga: pé ligeiro, corre-corre tribo dos Kamaiura
No lugar que havia mata, hoje há perseguição
grileiro mata posseiro só prá lhe roubar seu chão
castanheiro, seringueiro já viraram até peão
afora os que já morreram como ave-de-arribação
Zé de Nata tá de prova, naquele lugar tem cova
gente enterrada no chão:
Pos mataram índio que matou grileiro que matou posseiro
disse um castanheiro para um seringueiro que um estrangeiro
roubou seu lugar
Foi então que um violeiro chegando na região
ficou tão penalizado que escreveu essa canção
e talvez, desesperado com tanta devastação
pegou a primeira estrada, sem rumo, sem direção
com os olhos cheios de água, sumiu levando essa mágoa
dentro do seu coração
Aqui termina essa história para gente de valor
prá gente que tem memória, muita crença, muito amor
prá defender o que ainda resta, sem rodeio, sem aresta
era uma vez uma floresta na Linha do Equador...
http://letras.terra.com.br/vital-farias/380162/ acessado em 20/08/2010
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